sexta-feira, 13 de maio de 2016

PACIÊNCIA DO POVO

PACIÊNCIA DO POVO 
                Marco Aurélio Bicalho de Abreu Chagas 
Cantou o poeta: “Bateram no boi. Não houve nada. Tornaram a bater. Não houve nada. O boi se cansou de tanta pancada. Deu-se o estouro da boiada.” 

Onde e quando terminará a paciência do povo, espoliado em sua boa-fé, em sua esperança de dias melhores para a família brasileira? 

Onde está o sentimento de Pátria, nato no ser humano? Urge rever os valores morais que sustentam a ordem social. Estamos num verdadeiro desvio de conceitos. 

Os conceitos de honestidade, de valor, de amizade, de fidelidade, de irmandade, dentre outros, não passam de palavras despidas de seu real conteúdo. 

A humanidade tem que se sustentar neles, pois estão destinados a reger a conduta do ser humano. 

Esse desvio se reflete na grande desorientação reinante em vários setores da vida. 

A família é evocada, mas ninguém se preocupa em preservar os valores que a sustentam. 

Pede-se para se acreditar nas soluções apontados pelos governantes e observa-se os desmandos das autoridades constituídas. 

Qual terminará primeiro, os desatinos dos homens ou a tolerância da Deus? 
Não queiramos esperar para ver. 
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Reproduzido no USINA DE LETRAS. Clique aqui!

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